O Destino é a gente que faz? Até que ponto temos controle sobre todas as coisas?
Fico seguidamente me perguntando porque estou passando por uma determinada situação seja ela fácil ou difícil. Constantemente me questionando porque a vida tomou este rumo e não outro.
O fato é que todos os acontecimentos em nossa vida acontecem por uma razão. Acredito nisso.
Quantas vezes você andando na rua não esbarrou com uma pessoa que não via há tempos?
O amor de sua vida você conheceu ou conhecerá como?
O incerto é o que nos faz ter tesão pela vida. O que vem pela frente?
Acreditar que a nossa vida é 100% guiada pelo destino significa que tudo o que fazemos está pré-destinado e que, mesmo que tentemos, todas as coisas estão traçadas porque é assim que elas devem ser. Ah, os acomodados... Ah, os preguiçosos....
Prefiro crer que a vida pode ser mudada, que as coisas podem ser melhores e que o que está por vir será sempre melhor do que o que já foi. Acredito sim no encontro das pessoas por algum motivo, mas não creio que tudo está definido em nosso DNA.
Alguns fatos que acontecem são engraçados.
Deixe-me explicar: o prato está longe da travessa de massa mas mesmo sabendo que há chances de derrubar molho na toalha ainda assim me sirvo de massa.
E isso pode ser aplicado para vários exemplos: eu sei que a pessoa tem esses valores e essas características, porque ainda assim continuamos com ela tentando mudá-la.
Aí está a possibilidade de escolha. Há um momento único, segundos talvez, em que o cérebro faz cálculos e projeções e decide por um caminho ou outro.
O caminho escolhido será nosso destino?
A vida é feita de escolhas e sempre há uma opção que não ficar acomodado esperando as horas passar.
Sem a menor pretensão de ser escritora, deixo aqui um pouco de mim em palavras. Espero que gostem... Boa leitura!
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Loucura
A loucura está em todos nós. Confesso que tenho oscilado entre momentos de loucura e sanidade.
Pensando sobre esses dois extremos, tenho tentado me manter sã.
O conceito da loucura fala sobre a mudança de atitude dentro do que as pessoas ou a sociedade considera normal. Não penso muito no que os outros vão achar ou pensar e na maioria das vezes faço aquilo que tenho vontade e que para muitos é considerado loucura.
Várias vezes quis matar minhas vontades por achar que as pessoas me achariam louca se as fizesse.
O que é normal e o que é loucura é ditado pelos preceitos da humanidade.
A capacidade de suportar as tensões e as pressões do dia a dia, sejam elas profissionais ou pessoais, fazem com que nos tornemos seres menos normais e mais tendentes a loucura.
Estamos fora de um hospício pois conseguimos conviver com a sociedade de maneira a não prejudicar a si e nem aos outros, considerando a ética dos atos, os relacionamentos interpessoais e a busca da perfeição. O que nos separa dos loucos é a capacidade de antever um ato anormal antes de sua execução.
As pessoas podem externar suas vibrações e pensamentos considerados atípicos através da escrita, da pintura, das artes cênicas, onde a liberdade de expressão torna a loucura paupável.
Faço desse blog a externalização da minha loucura e dos meus pensamentos. Nem tudo posso escrever para que meu blog não seja um testemunho da minha insanidade.
"Eu juro que é melhor não ser um normal"
Pensando sobre esses dois extremos, tenho tentado me manter sã.
O conceito da loucura fala sobre a mudança de atitude dentro do que as pessoas ou a sociedade considera normal. Não penso muito no que os outros vão achar ou pensar e na maioria das vezes faço aquilo que tenho vontade e que para muitos é considerado loucura.
Várias vezes quis matar minhas vontades por achar que as pessoas me achariam louca se as fizesse.
O que é normal e o que é loucura é ditado pelos preceitos da humanidade.
A capacidade de suportar as tensões e as pressões do dia a dia, sejam elas profissionais ou pessoais, fazem com que nos tornemos seres menos normais e mais tendentes a loucura.
Estamos fora de um hospício pois conseguimos conviver com a sociedade de maneira a não prejudicar a si e nem aos outros, considerando a ética dos atos, os relacionamentos interpessoais e a busca da perfeição. O que nos separa dos loucos é a capacidade de antever um ato anormal antes de sua execução.
As pessoas podem externar suas vibrações e pensamentos considerados atípicos através da escrita, da pintura, das artes cênicas, onde a liberdade de expressão torna a loucura paupável.
Faço desse blog a externalização da minha loucura e dos meus pensamentos. Nem tudo posso escrever para que meu blog não seja um testemunho da minha insanidade.
"Eu juro que é melhor não ser um normal"
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