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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Redes Sociais: Identidade, Tempo e Marketing (Identidade Parte II)

Quantas pessoas dizem ser quem não são?
Checar essas informações era muito mais complicado anos atrás.
Hoje, basta digitar nosso nome no Google que várias informações são encontradas.

Mesmo assim, ainda existem pessoas que acham que podem forjar sua identidade e seu currículo profissional.
Se este conto saiu da minha cabeça ou se ele é real, apenas algumas pessoas saberão.

...
Com o intuito de agilizar o processo de seleção para vagas e mapear o perfil psicológico dos candidatos, as empresas têm frequentemente terceirizado o processo de contratação.
Lucas passou pelo processo de recrutamento com louvor e pelo perfil psicológico como são.
A entrevista com os donos da empresa foi interessante e todos estavam certos que ele era o candidato ideal.
Tinha trabalhado em três empresas renomadas e multinacionais e um currículo exemplar.
SIM, ele era o cara!

Porém, Lucas não contava com o checklist final nos softwares das Redes Sociais das empresas que trabalhou.

Foi através da busca de seu currículo nesses sites que foi possível confirmar que Lucas NÃO tinha trabalhado em nenhuma dessas empresas, que não conhecia nenhuma das pessoas que dizia conhecer e que estava desempregado por pelo menos três meses.

Os tais contatos profissionais mencionados foram pesquisados na Internet e o seu discurso de auto promoção (muito bom por sinal) também tinha saído de lá.

A mesma Internet que serviu para achar pessoas, empresas, funções e montar seu falso curriculo e discurso, serviram para perder uma excelente oportunidade de trabalho e se queimar no mercado de head hunters.

Psicopata de Redes Sociais? Internauta lunático? Que crime melhor o enquadra?


TUDO está nessa fantástica rede com muito pouca segurança!
Você tem certeza que eu sou quem digo ser?

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